Abri os olhos e a lamparina vermelha ainda estava iluminada
com a vela que antes de me deitar tinha acendido. Ainda não tinha saído da cama
e já sentia o frio a percorrer-me o corpo.
Mal pus o pé fora da cama senti-me sem chão. Imediatamente percebi que não seria um bom dia – ainda é 13:38 e nenhuma causa aparente para isso aconteceu e ainda bem-, mas sim um dia melancólico e desgastante a nível psicológico.
Nunca vos perguntaram a vocês mesmos se não fossemos feitos desta matéria? Se os nosso medos fossem forças e os nossos defeitos qualidades extremas de agrado a terceiros?
Nunca vos perguntaram a vocês mesmos se o tempo fosse controlável se alguma vez o paravam em algum momento ficando nele em tempos perenos?
Nunca vos perguntaram se fossem de outra forma talvez tudo fosse diferente?
Não sei, mas hoje, acordei assim, repleta de medos, de desejos, de sentimentos melancólicos.
Tenho saudades de me sentar num baloiço de ser empurrada pelo meu pai e o vento a correr-me a face como se fosse um sopro de felicidade.
A verdade é que por vezes o sopro existe todos os dias na nossa vida … na nossa família… no nosso amor… porém há dias que nem a nossa melhor comida nos sabe bem e hoje? Hoje acordei assim. Com vontade de controlar o tempo e beijar todos os cantos que me protegem.
Mal pus o pé fora da cama senti-me sem chão. Imediatamente percebi que não seria um bom dia – ainda é 13:38 e nenhuma causa aparente para isso aconteceu e ainda bem-, mas sim um dia melancólico e desgastante a nível psicológico.
Nunca vos perguntaram a vocês mesmos se não fossemos feitos desta matéria? Se os nosso medos fossem forças e os nossos defeitos qualidades extremas de agrado a terceiros?
Nunca vos perguntaram a vocês mesmos se o tempo fosse controlável se alguma vez o paravam em algum momento ficando nele em tempos perenos?
Nunca vos perguntaram se fossem de outra forma talvez tudo fosse diferente?
Não sei, mas hoje, acordei assim, repleta de medos, de desejos, de sentimentos melancólicos.
Tenho saudades de me sentar num baloiço de ser empurrada pelo meu pai e o vento a correr-me a face como se fosse um sopro de felicidade.
A verdade é que por vezes o sopro existe todos os dias na nossa vida … na nossa família… no nosso amor… porém há dias que nem a nossa melhor comida nos sabe bem e hoje? Hoje acordei assim. Com vontade de controlar o tempo e beijar todos os cantos que me protegem.
A verdade é que há dias que nem forças temos para desistir
de sermos fracos ou fortes. Hoje acordei assim. Amanhã acordarei ou não.

Volta a acender uma velinha!
ResponderEliminar